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28nov2017

Revista Visão: Coração no centro de Portugal - De Arganil com muito sabor

Depois de o fogo ter rondado o único fumeiro do concelho de Arganil, e de a fábrica ter parado durante quatro dias, as máquinas já estão novamente a laborar a todo o gás, ou melhor, na estufa de lenha.

Há poucos dias, pelo São Martinho, enquanto procurava um enchido para fazer uma sopa de cozido (que ficou bem saborosa, modéstia à parte), entre as várias marcas disponíveis no supermercado descobri a do Fumeiro de Arganil. Mal sabia que também o único fumeiro deste concelho da região Centro tinha andado 16 horas a proteger a sua fábrica do fogo que apareceu sem avisar. No ar, o barulho dos helicópteros que já andavam a apagar o incêndio chamou a atenção da família Damião e Soares. Quando vieram cá fora ver o que se passava, espantaram-se com as labaredas que já desciam desenfreadas pela Serra de São Pedro Dias, passaram Poiares e aproximaram-se como nunca tinha acontecido. Valeu-lhes três tanques cheios de água e uma velhinha pick-up Strakar para carregar os depósitos. “Não sei como tudo se salvou”, reflete agora Patrícia Soares, 28 anos, filha do casal fundador do negócio de enchidos.

Seguiram-se quatro dias com a fábrica parada, pois sem água e sem eletricidade a maquinaria não funciona. Veio o medo das multas, se não cumprissem com as encomendas para as grandes empresas, como a Sonae e a Jerónimo Martins, os seus dois maiores clientes, cuja marca própria sai desta fábrica a vinte minutos de Coimbra. Mas não foram penalizados.

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